31 de jan de 2019

Mulher morre de Leishmaniose em Maracaçumé


Com forte comoção foi enterrado na tarde desta quinta-feira (30) em Maracaçumé Taís da Silva (22 anos). Ela faleceu em São Luís vítima de complicações de Leishmaniose, conhecida popularmente de Calazar.

Taís estava grávida de 4 meses  e adoeceu no mês de novembro de 2018, mas procurou serviço médico somente neste ano. Foi internada no hospital de Governador Nunes Freire e posteriormente foi transferida para São Luís. Os médicos ainda tentaram salvar a vida da paciente tirando a criança, porém uma forte hemorragia interna ceifou a vida de Taís.

Os exames diagnosticaram “Leishmaniose Visceral” transmitido pelo mosquito Palha. O mosquito é o vetor da doença. Quem transporta o vírus são mamíferos como cães, gatos, bois, cavalos etc. Quando o mosquito tem contato com animais contaminados e pica o homem ocorre a contaminação. A transmissão não ocorre diretamente entre animal e homem.         

O período de incubação pode variar, podendo chegar a 2 anos, e se deixado sem tratamento, a doença é fatal em 100% dos casos.
Taís Silva

O QUE DIZ A SECRETÁRIA DE SAÚDE

O blog procurou a acessória de comunicação da prefeitura de Maracaçumé e foi repassado que uma equipe da Vigilância Sanitária está previsto pra chegar até o dia 10. Essa equipe vai realizar a captura do mosquito e fazer uma triagem das áreas com maiores ricos de contagio.

Além da vítima fatal de hoje existem outros casos confirmado da doença em humanos em Maracaçumé. Esses pacientes estão sendo acompanhados e recebendo o tratamento.

Uma fonte segura afirmou que os bairros da Mangueira e São Francisco são os mais afetados com a contaminação do protozoário da doença, ou seja, pode haver muitos animais infectados nessas áreas.

O QUE A POPULAÇÃO PRECISA FAZER

A população deve ficar atenta aos animais domésticos. Fazer exames periódicos e, caso for preciso, sacrificar o animais doentes. O lixo doméstico, que favorece a proliferação do mosquito vetor, precisa ser bem armazenado para que a doença não chegue aos lares e contamine mais pessoas.

ANIMAL SACRIFICADO

Na tarde desta quinta-feira, 30, mais um animal com a doença foi sacrificado em Maracaçumé. O serviço foi realizado pela veterinária Paraná sem grande sofrimento para o animal. Segundo dona Angelita toda semana é solicitado esse tipo de serviço na loja.


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