Capacitação real, geral e irrestrita


Por Roberto Costa

Das iniciativas do governo estadual, poucas me tocaram tanto como o lançamento do Programa Integrado de Educação Profissional do Maranhão – Maranhão Profissional. Explico: sou jovem e ainda mantenho acesas a esperança de que o nosso Estado reduzirá, muito em breve, a eterna dependência de mão-de-obra qualificada, cujos empregos são maciçamente ocupados por brasileiros de outros estados, notadamente os do sul do país.
Roberto Costa escreve todos os sábados no JP
Com planejamento e investimento em infra-estrutura, a governadora Roseana Sarney dá início a uma nova era de desenvolvimento, criando as condições para receber investimentos estimados em mais de R$ 100 bilhões, entre públicos e privados, nos próximos cinco anos. Refinaria, siderúrgicas, fábricas, usinas, mineração, portos, estradas e obras na construção civil, propiciarão a abertura de novas oportunidades aos cidadãos maranhenses com a geração de empregos, distribuição de renda e a melhor qualidade de vida da população.
 A partir dessa constatação, como disse a própria governadora, ao apresentar o programa, é que foi elaborado o “Maranhão Profissional”, com o objetivo de vencer o grande desafio que é ter no mercado maranhense mão de obra qualificada para atender a demanda de empregos gerada pelos novos empreendimentos em nosso Estado. Para isso, pensou instrumento de gestão para a formação profissional no âmbito estratégico e operacional com ações voltadas para suprir as demandas por contratações dos empreendimentos implantados e em fase de implantação no Maranhão.
 O Programa vai ampliar a quantidade e melhorar a qualidade da formação profissional de pessoas no Estado. Por meio dele, o Governo do Estado coordenará, através de ações integradas do poder público estadual com a iniciativa privada e as instituições de ensino públicas e privadas, a formação profissional de milhares de pessoas para atender uma demanda estimada em 200 mil novas vagas de empregos.
 O programa prevê, ainda, a formação de docentes, o fortalecimento da estrutura física da rede de educação formal e do sistema de ciência, tecnologia e inovação do Estado. Tudo será colocado à serviço dessa nobre missão.
Contiue lendo o artigo no próprio Jornal Pequeno.