O deputado Roberto Costa (PMDB) acusou ontem o prefeito João Castelo (PSDB) de usar a truculência para barrar os serviços da Via Expressa semana passada. Ele chegou a comparar o episódio à Greve de 1979 quando entãol governador o hoje tucano autorizou a PM a agredir estudantes que reivindicavam o direito à meia-passagem
“Lembrei-me da época dos jagunços, quando os funcionários da prefeitura chegaram ao canteiro de obras quebrando tudo e dos estudantes em 79. Os trabalhadores da Via Expressa foram tratados da mesma forma pela equipe do prefeito. O prefeito sempre usou de truculência e continua usando”, disse Roberto Costa.
Roberto Costa declarou estranhar a liberação por parte da prefeitura, da obra do Espigão e não ter liberando a Via Expressa, ambas do governo do Estado. De acordo com Roberto Costa, o motivo, seria interesses próprios do prefeito João Castelo.
“O maior absurdo é o prefeito não autorizar a Via Expressa, que vai atender 300 mil pessoas e autorizar a obra do Espigão, que é uma obra importante suspendendo o assoreamento que existe no canal da Ponta d’Areia. Mas essa obra, atende diretamente o apartamento onde o prefeito mora. E por essa razão, ele autorizou rapidamente. O que mais me deixa indignado é que para ter o beneficio, o prefeito autorizou a obra do Espigão, mas, a obra da Via expressa que irá beneficiar a população que sofre dentro dos ônibus nos engarrafamentos, ele não autoriza”, criticou.
Roberto também citou como exemplo da má vontade da administração com o Governo do Estado a não liberação da construção da ponte sobre o Rio Pimenta há um ano ( ve post abaixo ou aqui).
Durante o discurso ele foi aparteado pelos deputados Magno Bacelar (PV), Stênio Rezende (PMDB), Tatá Milhomem (DEM) e Jota Pinto. “Lamentamos profundamente o gesto de boicotar o andamento de uma obra tão importante. O governo está investindo R$ 105 milhões e, todos nós, independente de coloração partidária, devemos aplaudir”, disse Bacelar. “O embargo foi político. Foi uma truculência. o que eu vi ali foi vandalismo”, completou Milhomem
Defesa
Filha do prefeito, Gardênia Castelo (PSDB) garantiu que o município não tem interesse em inviablizar a obra. “O prefeito João Castelo e a prefeitura não têm nada contra a Via Expressa e qualquer outra obra que venha de fato beneficiar a cidade. No entanto, o município não pode atropelar a legislação, só porque o Estado estadualizou o trecho correspondente à avenida, para emitir a autorização a toque de caixa. Tão logo as regras sejam tendidas, todas as autorizações serão concedidas”, disse.
“Lembrei-me da época dos jagunços, quando os funcionários da prefeitura chegaram ao canteiro de obras quebrando tudo e dos estudantes em 79. Os trabalhadores da Via Expressa foram tratados da mesma forma pela equipe do prefeito. O prefeito sempre usou de truculência e continua usando”, disse Roberto Costa.
Roberto Costa declarou estranhar a liberação por parte da prefeitura, da obra do Espigão e não ter liberando a Via Expressa, ambas do governo do Estado. De acordo com Roberto Costa, o motivo, seria interesses próprios do prefeito João Castelo.
“O maior absurdo é o prefeito não autorizar a Via Expressa, que vai atender 300 mil pessoas e autorizar a obra do Espigão, que é uma obra importante suspendendo o assoreamento que existe no canal da Ponta d’Areia. Mas essa obra, atende diretamente o apartamento onde o prefeito mora. E por essa razão, ele autorizou rapidamente. O que mais me deixa indignado é que para ter o beneficio, o prefeito autorizou a obra do Espigão, mas, a obra da Via expressa que irá beneficiar a população que sofre dentro dos ônibus nos engarrafamentos, ele não autoriza”, criticou.
Roberto também citou como exemplo da má vontade da administração com o Governo do Estado a não liberação da construção da ponte sobre o Rio Pimenta há um ano ( ve post abaixo ou aqui).
Durante o discurso ele foi aparteado pelos deputados Magno Bacelar (PV), Stênio Rezende (PMDB), Tatá Milhomem (DEM) e Jota Pinto. “Lamentamos profundamente o gesto de boicotar o andamento de uma obra tão importante. O governo está investindo R$ 105 milhões e, todos nós, independente de coloração partidária, devemos aplaudir”, disse Bacelar. “O embargo foi político. Foi uma truculência. o que eu vi ali foi vandalismo”, completou Milhomem
Defesa
Filha do prefeito, Gardênia Castelo (PSDB) garantiu que o município não tem interesse em inviablizar a obra. “O prefeito João Castelo e a prefeitura não têm nada contra a Via Expressa e qualquer outra obra que venha de fato beneficiar a cidade. No entanto, o município não pode atropelar a legislação, só porque o Estado estadualizou o trecho correspondente à avenida, para emitir a autorização a toque de caixa. Tão logo as regras sejam tendidas, todas as autorizações serão concedidas”, disse.
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