Erick Maia Lindoso e Jhekson Silva Sousa foram mortos nas mesmas circunstâncias e localidade. Os dois casos aconteceram em menos de uma semana.
POR Imirante.com

SÃO LUÍS - O Superintendente de Polícia Civil da Capital (SPCC), delegado Sebastião Uchoa, descarta, a princípio, que as mortes de Erick Maia Lindoso, de 20 anos, morador da Cidade Olímpica, e Jhekson Silva Sousa, de 22 anos, morador da Vila Itamar, estejam ligadas a grupos de extermínio.
- Não podemos fazer juízo de valor de maneira antecipada. Crime dessa natureza e com alto grau de complexidade a orientação que recebemos é qde encaminhá-lo à delegacia de Homicídios para que sejam esclarecidos. Iremos investigar e caso seja constatado a existência de grupos de extermínio patrocinado por agentes do Poder Público ou soldados do tráfico de drogas que eliminam os seus desafetos agiremos com rigor e respeitando o Estado de Direito que não permite esse tipo de delito - assegurou.
Até o momento, a políca não tem informação de quem cometeu os dois homicídios.
Vítimas
O corpo de Erick Maia Lindoso foi achado, na manhã de ontem (27), no Recanto Verde (área da Vila Itamar). Ele foi assassinado a tiros e golpwes de faca. O corpo, que foi encontrado em uma rede por moradores da área, foi jogado às margens de uma estrada de piçarra que dá acesso à Reserva do Batatã. Esse é o segundo caso ocorrido, em menos de uma semana, deixado naquela localidade nas mesmas circunstâncias.
Na manhã de quinta-feira, 22, também foi encontrado morto e enrolado em uma rede, na área do Recanto Verde, Jhekson Silva Sousa, de 22 anos, que morava na avenida 3, no bairro Vila Itamar, segundo informou o IML. A vítima foi morta com mais de 30 perfurações de faca. Familiares do jovem informaram no local que ele tinha envolvimento com o tráfico de drogas, o que levou a polícia a acreditar em um possível “acerto de contas”.