| Administração detinha, de Centro do quilherme, foi atingida |
A medida foi publicada no Diário Oficial da União nessa sexta-feira e faz parte da ação de fiscalização e transparência na aplicação de recursos da Atenção Básica. Ela é realizada sempre que o Ministério identifica irregularidades na gestão de estratégias e programas por parte das secretarias municipais de saúde, responsáveis diretas pela execução dos serviços de saúde aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Depois do Ministério de Saúde encontrar essas irregularidades na gestão desses programas, esses 21 municípios tiveram os repasses financeiros suspensos.
Os municípios do Maranhão com repasse suspenso foram: Alcântara, Amarante do Maranhão, Capinzal do Norte, Caxias, Centro do Guilherme, Coroatá, Cururupu, Estreito, Graça Aranha, Icatu, Igarapé Grande, Monção, Pindaré-Mirim, Pinheiro, Pio XII, Santa Helena, Santa Inês, São José de Ribamar, Timbiras, Tuntum e Viana.
Em Caxias, a suspensão dos recursos atinge uma equipe de Saúde da Família, uma equipe de Saúde Bucal e cinco Agentes Comunitários de Saúde que atuam na Estratégia Saúde da Família (ESF) no município. De acordo com uma nota publicada pelo Ministério da Saúde, a suspensão dos incentivos financeiros foi motivada por duplicidade de cadastro de profissionais da ESF, apontada pelo Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES).
Os recursos são restabelecidos no momento em que as inadequações são solucionadas, portanto, a suspensão não representa a interrupção da Estratégia Saúde da Família e do Programa Brasil Sorridente nessas localidades, mas até que os municípios regularizem a situação, o programa continuará interrompido . O programa Saúde da Família é a principal estratégia do Ministério da Saúde para reorientar o modelo de assistência à saúde da população a partir da atenção primária, que é a principal e mais próxima porta de entrada do SUS, capaz de resolver até 80% dos problemas de saúde das pessoas.
2 Comentários
bom seria se os recursos também de Codó-Ma,fosse também bloqueados,pois o prefeito de codó Zito Rolim, também não pagou aos acs a diferença salarial de 36,00 que o governo federal enviou a
ResponderExcluirtodos os agentes comunitarios de saude,sendo retroativo a abril de 2011, e até a presente data o prefeito nunca fez o repasse e sem falar no 13º
salário de 2010 e o 13º salário de 2011 que ele também não pagou, isso é um crime.
o prefeito de Codó,gosta de ver o dinheiro de todos os funcionários da saude no bolso dele,ele
ResponderExcluirdeveria ser punido pela policia federal,pois com
os agentes comunitários de saude foram efetivados
pela prefeitura e até a presente data não receberam o que lhes é de direito,no caso o 13ºsalário de 2010,o 13º salário de 2011, e a diferença salarial de 36,00 retroativo a abril de
2011.isso é um absurdo. não vai ser reeleito.