
O jornal Estadão publicou uma reportagem, na tarde desta segunda-feira (19), sobre o episódio ocorrido no Tribunal do Júri de Cantanhede, no Maranhão, envolvendo um conflito entre a juíza Bruna Fernanda Oliveira da Costa e o promotor de Justiça Márcio Antônio Alves de Oliveira.
Segundo a reportagem, a controvérsia teve início quando o promotor solicitou sentar-se ao lado da juíza, conforme prerrogativa prevista na legislação que regulamenta o Ministério Público. A magistrada, no entanto, negou o pedido, reservando o assento para sua assistente, e afirmou que “aqui quem manda sou eu”.
O impasse gerou um bate-boca durante a sessão, que foi filmado e viralizou nas redes sociais. A juíza acusou o promotor de tentar “tumultuar” a audiência e classificou a situação como “palhaçada”.
A publicação destaca as posições oficiais das associações envolvidas: a Associação do Ministério Público do Maranhão afirmou que o promotor agiu de forma respeitosa e apenas pediu o cumprimento da lei, enquanto a Associação dos Magistrados manifestou apoio à juíza, ressaltando a importância da urbanidade e do respeito ao decoro nos atos judiciais.
O episódio acabou resultando no adiamento do julgamento.
0 Comentários