Desde que a federação União Progressista anunciou a intenção de lançar dois candidatos ao Senado, os bastidores políticos da base aliada ao governador Carlos Brandão entraram em ebulição.

De um lado, Weverton Rocha (PDT) busca a reeleição e já conta com o apoio declarado do próprio governador. Do outro, a União Progressista, que reúne forças do PP e União Brasil, deixou claro que terá duas candidaturas o que começou a estreitar as possibilidades dentro do grupo governista.

André Fufuca saiu na frente e, há meses, se movimenta como pré-candidato, com o respaldo total de Ciro Nogueira e da cúpula do Progressistas. A equação, porém, ganhou um novo grau de complexidade com a entrada de Pedro Lucas Fernandes, que também pleiteia a vaga e conta com o apoio irrestrito de Antônio Rueda, presidente nacional da federação.

Para apimentar ainda mais o cenário, após o evento de lançamento da estratégia da União Progressista, a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão  uma das aliadas mais próximas de Brandão  publicou em suas redes sociais apoio a Weverton como o nome ideal para representar o grupo no Senado.

Com três pré-candidatos fortes e apenas duas vagas possíveis na federação, a conta é clara: alguém vai ficar de fora. E essa disputa interna promete esquentar ainda mais os próximos capítulos da política maranhense.