Uma sequência de fatos negativos abalou, em poucos dias, a estratégia política do governador Carlos Brandão e expôs as fragilidades do projeto de lançar o sobrinho, Orleans Brandão, ao governo do Maranhão.
1 - O PT nacional colocou o vice-governador Felipe Camarão (PT) entre as candidaturas prioritárias da sigla.
2 - Pesquisa interna mostrou que Orleans não tem competitividade, mesmo com a máquina do Estado.
3- Lula silenciou diante do pedido de apoio feito por Roseana Sarney.
4 - Levantamento nacional apontou Brandão entre os governadores com maior rejeição do país.
Diante do cenário, o governador Brandão passou a admitir a possibilidade de disputar o Senado, movimento visto como tentativa de reorganizar o tabuleiro político.
Enquanto isso, Felipe Camarão segue ocupando espaço e já deixou claro que não pretende renunciar.
O sinal de alerta está ligado no Palácio dos Leões.
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