
O procurador-geral de Justiça, Danilo de Castro, voltou a comentar, nesta terça-feira, 20, o pedido coletivo de exoneração de promotores do Gaeco, ocorrido no início do mês.
Em entrevista à TV Mirante, ele afirmou que considerou precipitada a decisão dos colegas promotores – que ocorreu após parecer do procurador-geral em exercício, Orfileno Bezerra Neto – pela soltura de investigados no âmbito da Operação Tântalo II, em Turilândia.
Apesar de não haver assinado a manifestação, Danilo de Castro emitiu nota apoiando o parecer, que sugeria a substituição de pedidos de prisão por medidas menos gravosas (reveja).
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