O que vem ganhando repercussão nas redes sociais reflete bem como o prefeito Roberto Costa (MDB) encerra este ano à frente do município de Bacabal, principalmente na relação com os servidores públicos e com a população em geral.
Entre as ações que marcaram este fim de ano está o pagamento do 13º salário aos servidores contratados — algo inédito na história do município e que foi adotado por poucos prefeitos no Maranhão, a exemplo do médico Dr. Emanoel Filho, em São Luís Gonzaga do Maranhão.
Outro marco da atual gestão foi o pagamento do 14º salário aos servidores da educação e também aos agentes comunitários de saúde, beneficiando quase 5 mil profissionais. A medida foi anunciada como forma de reconhecimento ao esforço, dedicação e compromisso de quem atua diariamente na construção do futuro da cidade e no cuidado direto com a população.
Além disso, Roberto Costa confirmou a renovação imediata dos contratos dos servidores da educação, acabando com uma prática antiga que deixava trabalhadores dois meses sem salário, sem direitos e sem qualquer garantia no início do ano. “Nós acabamos com essa humilhação”, afirmou o prefeito.
A gestão também manteve a tradição de distribuição de cestas básicas em comunidades periféricas, ação realizada com a presença do deputado estadual Davi Brandão, que tem sido presença constante ao lado da população bacabalense em momentos importantes.
Enquanto isso, chamou atenção a ausência do grupo de oposição. O ex-candidato a prefeito derrotado em 2024, Marcos Miranda, que se apresenta como líder oposicionista, não foi visto no município neste período e não realizou nenhuma ação social junto à população.
A expectativa era outra, principalmente pelo fato de seu filho, Marcos Jr., ser pré-candidato a deputado estadual. No entanto, segundo denúncias do blogueiro Ray Lima, do blog Pingando Fogo, Marcos Miranda sequer tem conseguido administrar o pequeno município de Bom Lugar, onde sua esposa assina documentos em seu lugar.
De acordo com Ray Lima, a prefeita Marlene Miranda promoveu demissões de professores e merendeiras e deixou de pagar o 13º salário dos servidores contratados, situação que gerou revolta entre os trabalhadores.
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