Agora foi cara-a-cara: Edinho disse NÃO a Orleans e Brandão disse NÃO a Lula

 

Caiu por terra a tentativa da mídia governista de tentar remediar a negativa do presidente nacional do PT, Edinho Silva, semana retrasada. Desta vez, foi o próprio Brandão que ouviu o “não” da cúpula do PT, sobre o apoio à candidatura do seu sobrinho.

Pelo visto, os planos de Marcus Brandão sofreram um novo abalo com a confirmação dada por Edinho Silva a Carlos Brandão e, para piorar, o tanto o presidente Edinho, quanto a ministra Gleisi Hoffmann, reiteraram que o partido considera inviável o apoio ao nome do sobrinho do governador, para a sucessão estadual, e que é o melhor caminho, para todos, inclusive para o presidente Lula, é manter o acordo firmado em 2022.

A mídia do grupo Sarney destacou que o encontro não apresentou avanços, evidenciando que o PT nacional mantém a postura de cumprimento do acordo firmado em 2022 – quando o PT indicou o vice-governador Felipe Camarão para a chapa de Carlos Brandão, com a confirmação de que o partido comandaria o estado a partir de abril de 2026, com a renúncia de Brandão para concorrer ao Senado.

Diante do impasse criado pelo governador, Edinho insistiu formalmente para que Carlos Brandão deixe o cargo e dispute o Senado Federal, argumentando que essa movimentação é essencial para pacificar a base aliada, hoje fragmentada pela intransigência do irmão do governador, Marcus Brandão. Para a cúpula do PT, a saída do governador para o Legislativo Federal e a alternância de nomes no Executivo são os caminhos fundamentais para garantir um palanque forte para o presidente Lula no Maranhão, mantendo a base unida em um dos estados que garante maior quantidade de votos per capta.

Por outro lado, a mídia aliada diz que Carlos Brandão manteve-se irredutível, afirmando que não haverá substituição da candidatura de Orleans Brandão , que está consolidada dentro do grupo palaciano. Ou seja: continua com o projeto de tom familiar, apesar dos pedidos do presidente Lula enviados por seus principais porta-vozes.

A insistência de Brandão tem afastado cada vez mais o governador do presidente e pode jogar por terra seus planos em um curto espaço de tempo. O analista

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