Os policiais militares (PMs) que m4taram o menino Ryan Silva Andrade Santos, de apenas 4 anos, “dispararam em legítima defesa”, afirmou a Polícia Civil no relatório final do inquérito que investiga o caso, apresentado à Justiça nessa segunda-feira (2/2).


Os agentes estavam em uma suposta troca de t1ros na noite de 5 de novembro de 2024 no Morro São Bento, em Santos, no litoral de São Paulo, quando um projétil calibre 12 atingiu Ryan na barriga. Ele foi levado por familiares à Santa Casa do município, mas não resistiu.

Mais tarde, um laudo apontou que o projétil que m4ou a criança partiu de um policial militar. Entre todos os suspeitos e PMs, o cabo Clóvis Damasceno de Carvalho Júnior, do 6º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I), era o único que portava uma espingarda calibre 12.

Em depoimento, ele e todos os colegas de corporação que participaram da ação afirmaram ser “improvável que o disparo que atingiu a criança tenha partido da arm4 de qualquer policial”.

Policiais militares da Força Tática e das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam) estavam no Morro do São Bento, em Santos, na noite de 5 de novembro de 2024, para apurar uma denúncia de tr4fico de dr0gas.

No relatório final, o delegado Thiago Nemi Bonametti afirmou que os elementos colhidos na investigação confirmam a versão dos PMs de que teria havido um confronto armado.Conforme o relatório, o exame pericial do local apontou que também foram feitos disparos de arm4s que não pertenciam aos policiais.


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