Em uma oitiva que durou mais de seis horas, o delegado-chefe da 35ª Delegacia de Polícia, Ricardo Viana, detalhou a dinâmica do cr1me que vitimou 10 pessoas da mesma família no Distrito Federal. Viana foi uma das testemunhas ouvidas nesta terça-feira (14/3), durante o julgamento dos réus pela ch4cina.
À época dos fatos, em 2023, Viana chefiava a 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), responsável pelas investigações do cr1me que chocou a capital do país.
Ao responder questionamentos feitos pelos procuradores e advogados que representam os acusados, o delegado relembrou a linha do tempo das m0rtes de Renata Juliene Belchior, 52 anos, e Gabriela Belchior de Oliveira, 25. As primeiras vítimas a serem mantidas em cárcere.
Em 27 de dezembro de 2022, Gideon, Horário e Carlomam, acompanhados de um adolescente, foram até a chácara e renderam Marcos Antônio Lopes de Oliveira, a esposa dele, Renata Juliene Belchior, e a filha do casal, Gabriela Belchior.
Durante a ação, cerca de R$ 49 mil foram roubados. As vítimas foram levadas para um cativeiro em Planaltina. No local, Marcos foi m0rto e teve o corpo esqu4rtejado por Gideon e Horácio.
A partir de 28 de dezembro daquele ano, Renata e Gabriela permaneceram em cativeiro até o dia 14 de janeiro de 2023 – totalizando 18 dias confinadas.
Renata e Gabriela Belchior foram levadas até uma rodovia em Unaí (MG). Lá, foram m0rtas por estrangulamento, também por Gideon e Horário, com Carlomam acompanhando. Em seguida, tiveram os c0rpos queimados dentro de um veículo.
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📸 Carla Sena / Arte Metrópoles

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