
A investigação apura possíveis irregularidades no processo seletivo da Prefeitura de Santa Inês, organizado pela empresa C & L Consultoria e Projetos. A denúncia aponta suposto favorecimento de duas candidatas ao cargo de Agente de Combate às Endemias, que teriam sido mantidas na disputa mesmo após perderem o prazo obrigatório de matrícula para o curso de formação.
De acordo com a Promotoria de Justiça, as candidatas realizaram a inscrição na segunda etapa do certame em 7 de outubro de 2025, um dia após o prazo final e improrrogável estabelecido pelo edital. A banca organizadora tentou justificar o atraso aceitando atestados médicos e aplicando leis que, segundo a promotora Larissa Sócrates de Bastos, só valem para quem já é servidor público ou empregado contratado, o que não era o caso das participantes naquele momento.
A permanência das duas candidatas é vista pelo Ministério Público como uma afronta direta aos princípios da isonomia e da vinculação ao edital, gerando um privilégio indevido frente aos demais concorrentes que cumpriram as regras. Como a prefeitura e a organizadora ainda não confirmaram o acatamento de recomendações anteriores para a exclusão das envolvidas, o órgão agora intensifica as buscas por provas para verificar se elas continuam no seletivo.
Caso as irregularidades sejam confirmadas e não corrigidas, o caso poderá resu
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