
Os bancários de instituições públicas e privadas do Maranhão decidiram cruzar os braços a partir desta terça-feira (8), após a categoria não aceitar as propostas apresentadas pelos bancos durante as negociações da campanha salarial.
A paralisação foi aprovada em Assembleia Geral promovida pelo Sindicato dos Bancários do Maranhão (SEEB-MA) e não tem prazo definido para terminar. A categoria pretende utilizar o movimento para pressionar a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e as instituições públicas a retomarem as negociações com novas propostas.
Entre as reivindicações estão a recomposição salarial diante das perdas inflacionárias, aumento dos valores destinados à alimentação e refeição, reajuste dos pisos e melhorias na Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
O sindicato cobra ainda medidas para preservar postos de emprego, manter direitos já conquistados e reduzir a sobrecarga enfrentada pelos trabalhadores.
Outro ponto de resistência da categoria é a política de redução da estrutura física das instituições financeiras. A entidade critica o fechamento de agências, as demissões, a diminuição do número de funcionários e a retirada de guichês de caixa.
Com o início da greve, o funcionamento das agências em todo o Maranhão poderá ser afetado conforme a adesão dos funcionários em cada unidade.
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