Vítimas.
Uma mulher, identificada como Adriana Ribeiro Pacheco, de 31 anos, foi assassinada dentro da própria casa, na madrugada dessa segunda-feira (31), na zona rural de Viana, na região da Baixada Maranhense. O corpo da vítima, que estava parcialmente despida e apresentava lesões na região da cabeça, só foi achado nas primeiras horas da manhã no interior do imóvel, localizado no povoado Estrela.

Aos policiais militares, familiares informaram que o principal suspeito do crime seria o atual namorado da vítima, que está foragido. O casal estava junto há apenas três meses. Eles também relataram que a filha de Adriana, uma criança de idade não divulgada, teria visto parte do ataque e dito que a mãe foi agredida com golpes de cabo de vassoura. Até o momento, o homem apontado como responsável ainda não havia sido capturado.

ÁGUA DOCE DO MARANHÃO

Bruna Loiola, de 17 anos, morreu após sofrer um ataque com faca na segunda-feira (31), no povoado Cana Brava, na zona rural de Água Doce do Maranhão. Um adolescente de 16 anos foi apreendido sob suspeita de participação no crime. A ocorrência foi registrada em um salão localizado perto de uma academia. Informações preliminares indicam que Bruna sofreu aproximadamente cinco golpes.

A adolescente foi colocada em uma ambulância e encaminhada para atendimento médico, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. O adolescente apontado como suspeito foi encontrado por policiais do 2º BPTur. A ocorrência foi encaminhada aos órgãos responsáveis pela apuração de atos infracionais. Durante a abordagem, os agentes encontraram uma besta, equipamento utilizado para lançar flechas ou dardos, e um objeto de fabricação caseira com possível capacidade explosiva. O artefato apreendido deverá ser submetido à avaliação técnica para que sua composição e seu potencial de risco sejam determinados.

Depois do ataque, surgiram informações de que o adolescente teria planejado outras ações na região, inclusive contra uma escola de Cana Brava. Também foi levantada a hipótese de que o caso teria relação com supostos desafios realizados em ambientes virtuais e associados ao jogo Roblox. Até o momento, porém, não há comprovação pública desse vínculo. A eventual relação entre a atividade on-line do adolescente e o ataque dependerá da análise de aparelhos eletrônicos, mensagens e outros elementos reunidos na investigação.

Do Jornal Pequeno.