25 de ago de 2017

Sobe para 21 o número de mortos de naufrágio no Pará

O número de mortos do naufrágio da embarcação clandestina "Capitão Ribeiro" no Rio Xingu, no Pará, já chega a pelo menos 21. Na manhã desta quinta-feira, por volta de 8h, as equipes de resgate que atuam no local encontraram mais nove corpos. Depois, por volta de 11h, outros dois (de uma senhora e uma criança). O número anterior era de 10 mortes confirmadas. Enquanto isso, na Bahia, um naufrágio de uma embarcação com capacidade para transportar mais de 100 pessoas deixou ao menos 22 mortos na manhã de hoje.


Dentre as vítimas do naufrágio do barco "Capitão Ribeiro", o Centro de Perícias Científicas (CPC) Renato Chaves liberou o corpo de nove delas aos familiares ainda na noite de ontem, quando havia 10 mortos confirmados — entre eles um bebê (1 ano) e uma criança (5 anos). O CPC liberou os corpos com a expedição da declaração de óbito para todos os familiares. Eles eram:

- Luciana Pires, 28 anos, de Porto de Moz;

- Neiva Romano, 18, de Porto de Moz;

- Maria Duarte, 57, de Porto de Moz;

- Aurilene Sampaio, 36, de Porto de Moz;

- Lucivalda Marques Oliveira, 41, de Porto de Moz;

- Roseane dos Santos Leite, 25, de Porto de Moz;

- W.L.O (5 anos), de Porto de Moz.

- Orismar Miranda, 61, de Altamira;

- S.H.S.S (1 ano), de Altamira.

Apenas o corpo de um homem, conhecido como Sebastião, ainda aguardava o reconhecimento dos parentes até a manhã desta quinta-feira. Ele era a décima vítima que fecharia aquela lista anterior com 10 corpos encontrados e seria da cidade de Santarém.

— Fizemos entrevistas com os familiares, a fim de identificar características das vítimas para ajudar no reconhecimento. Contudo, a liberação está sendo agilizada — disse o perito Felipe Sá, que coordenada a equipe de reconhecimento das vítimas composta de oito profissionais, entre peritos, médico legista e auxiliares das unidades regionais do Centro de Perícias.



O acidente aconteceu na noite de terça-feira, no Rio Xingu, entre as cidades de Porto de Moz e Senador José Porfírio, numa área conhecida como "Ponta Grande do Xingu", no sudoeste do Pará. Ao menos 10 pessoas — sendo duas crianças — morreram na tragédia. Há 23 sobreviventes, segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) daquele estado.

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